Pequenos posts, grandes tuitadas

1- Nada como uma excelente aula. Com boa discussão, cérebro fervilhando. A aula termina mais tarde e nem percebemos. E quando saio desse tipo de aula, tenho a certeza de que estou no caminho certo.

2- Só sei que nada sei. E quanto mais estudo, mais tenho a convicção de que pouco sei. Será que isso só acontece na área de humanas? Talvez quem estude nas áreas de exatas ou biológicas talvez sinta que está chegando a algum lugar. Mas nunca passei por essa experiência.

3- Nada como um feriadão em uma chácara, entre festas de formatura, para desligar dos problemas mundanos. Depois, voltamos à realidade. Se não renovados, ao menos mais felizes.

4- Chove muito em Itu? Chove mesmice. Ou não. Conforme tuitaram por aí: Carelli fez curso com produtores do BB-UK. Certo ou errado?

5- As pessoas não sabem quem escreveu Hamlet. Ah, querida involução.

6- Não sei o que é pior: escolher entre Serra e Haddad ou entre Obama e Romney. Felizmente, não precisei fazer nenhuma dessas escolhas. Oh yes.

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breves comentários.

-Outro dia eu comentei no Twitter: “A vida é uma festa para a qual não fomos convidados. A melhor maneira de viver é fazer com que queiram convidar na próxima vez”.

Tudo isso porque eu fui a uma festa sem ser convidado. Pelo menos oficialmente. Mas levei presente.

 

-Preciso ler mais.

 

-Uma revista que é desmentida TODA SEMANA devido a matérias publicadas… continua sendo vendida? Quem compra?

 

-Assisti “Prometheus”. Não escrevi no Cinem(ação) porque alguém vai escrever. Em meio aos aliens e coisa e tal, vemos que os “criadores da humanidade” queriam destruir o ser humano (OK, contei Spoiler, que se dane). Aí eu pensei: “se eu tivesse criado a humanidade, também ia querer destruir…”. Tem horas que dá vontade.

Qual o limite do flood?

Twitter e Facebook vieram pra ficar. Inicialmente, as redes sociais tinham perguntas mais específicas, como “O que você está fazendo?”, “O que está acontecendo?”, ou algo semelhante. Com o tempo, as pessoas passaram a dizer muito mais do que somente o que está acontecendo, fazendo, etc. Tanto Facebook e Twitter viraram um verdadeiro “mural de colégio” totalmente livre e abrangente para (praticamente) o mundo todo.

E com isso, as pessoas insistem em “tuitar” ou atualizar o status sempre que vêem algo interessante, divertido, bonitinho, ou que querem compartilhar.

Sim, as pessoas tem todo o direito de atualizar e postar o que quiserem e o quanto quiserem. Quem não gosta, pode cancelar assinatura, dar unfollow, ou qualquer outra coisa do tipo.

Mas acredito que, por uma questão de etiqueta, é necessário saber dos limites para isso. Não entendo como Glória Khalil ou Fábio Arruda ainda não escreveram sobre isso (será que eu consigo sair na frente?).

Quando alguém escreve demais, chamamos de flood. E como o português é uma língua forte, nós já tomamos a palavra para nós e já criamos o verbo floodar (lindo isso, né? a línguagem).

Falta as pessoas aprenderem que o flood não é legal. Ninguém precisa postar nas redes sociais toda vez que vai ao banheiro, se chateia no trabalho, solta pum, come chocolate, etc. Ninguém precisa dar bom dia, boa tarde e boa noite o tempo todo… isso é só pra quando você encontra alguém pessoalmente. Talvez ainda aconteça porque hoje nós ainda “entramos” na internet, ou seja, trabalhamos/estudamos o dia todo e depois nos conectamos, como se a internet fosse uma sala de estar mundial. Em alguns anos, estaremos todos conectados 24h por dia, pelo celular, TV, tablets, microondas, etc, e ninguém precisará “entrar” na internet.

Faceebook/Twitter e afins não são sucursais religiosas. Portanto, deixe para louvar ao seu deus quando for à igreja. Obviamente, uma pessoa tem o direito de expressar sua crença na web, mas ultimamente as pessoas vem exagerando muito nisso, como se orar através da rede trouxesse mais benefícios do que na solidão do quarto.

O mesmo acontece para sites, links, blogs e informações importantes, curiosas, pertinentes ou engraçadas: se todo mundo for curtir, compartilhar, comentar ou tuitar toda e qualquer notícia que lê, vamos entrar em colapso mental por excesso de informação.

Não existe regra, muito menos lei. Mas o limite do flood nas redes sociais é o bom senso.