A vida

jornalismo_clarkkentEis que eu volto a este blog exatamente um mês após o post anterior. Acredito que um dos motivos é a falta de TV, já que eu estava escrevendo muito sobre o tema mas tenho acompanhado. Desta vez, venho falar de outro assunto.

Tenho estado cada vez mais satisfeito com minha vida profissional. Tenho certeza de que estou no caminho certo. Gosto do que faço, mesmo sabendo que não é das mais bem pagas profissões existentes (embora eu teime em acreditar que bons profissionais sempre terão um salário digno – ah, a inocência!).

No entanto, tenho pensado muito em algumas coisas da vida. Por um lado, tenho noção da importância em investir o dinheiro, trabalhar bastante e saber poupar e fazer o dinheiro render. Mas também tento manter uma visão diferente da que a maioria tem. Não tenho a intenção de comprar um casa grande e ter um carro de luxo na garagem… minha visão de felicidade é muito mais europeia que americana, voltada às pequenas coisas da vida, pequenas conquistas e vida cultural mais intensa.

Tenho vontade de viajar o mundo, e por mais que goste do que faço, penso que talvez eu seja feliz trabalhando em um café londrino, ajudando jovens carentes em Hong Kong ou trabalhando como repórter em uma emissora de outro país.

Só não quero terminar a vida sabendo que trabalhei como um louco e vivi uma vida vazia.

Enquanto isso, vou vivendo e refletindo…

#reflexõesdamadrugada

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Voltando… quiçá

Vou procurar postar com mais frequência. Sei que ando sumido, e não há um único motivo para isso.

Talvez os motivos estejam mais vinculados ao Cinem(ação) que, somado ao trabalho, consomem quase todo o meu tempo. Outro motivo talvez seja o pouco tempo que tenho dedicado à TV. Como eu falava muito de TV, acabei  ficando sem assunto.

Talvez seja apenas um hábito que estou mudando: ver menos TV pode ser bom porque sobra mais tempo para outras coisas. Se eu estivesse lendo mais livros, seria ainda melhor.

No entanto, vou voltar a falar de assuntos variados. Pelo menos vou tentar.

A TV e as coisas

Eu poderia voltar a falar de televisão, como fazia antes. Infelizmente, tenho tido pouco tempo para acompanhar os acontecimentos do meio. Acabou ficando em segundo plano.

Em primeiro plano está o trabalho – e os planos de algumas pequenas mudanças em breve. Também escrevo sobre cinema: é o segundo plano, quase tão primeiro quanto o primeiro.

Mas acompanhei a saída de uma máscara para a entrada de um fuzuê que causou balacobaco. Assisti à voz do Brasil… não a do rádio, clássica, mas o reality show com título em inglês. Mas confesso que um bom filme tem me agradado mais.

Tudo parece estar na mesma mesmice. Audiência cai, audiência aumenta, e nada muda. Público vai, público vem, e nada se cria de realmente novo.

Continuo admirando esse mundo das telas. Grandes ou pequenas, são a magia necessária para a realidade.

Que programa eu coloco nesse horário?

Que programa vamos colocar?

Não sei. Às vezes eu tenho a impressão de que os executivos das emissoras (de uma em específico) fazem uni-duni-tê para escolher os programas e seus horários.

Isso tem se evidenciado ainda mais na Record. Ressuscitaram o SP Record na faixa da tarde por 2 dias, e agora fazem o mesmo com o Cidade Alerta (ou não). Recrutaram o Rodrigo Faro para um programa vespertino e agora dizem que a produção esfriou.

A perda da vice-liderança está deixando todo mundo meio louco na Barra Funda. Virou uma barafunda (com um “R” só) – aliás, nome muito propício para o bairro da sede desta emissora.

A TV do Macedão teria tudo para recuperar a vice-liderança em médio prazo. Em alguns meses, a novela Carrossel deve perder um pouco da força, ou pelo menos chegar ao seu fim (cedo ou tarde, todas chegam). Mas com as atitudes impensadas e com o desespero pelos “numerinhos” do Ibope, eles metem os pés pelas mãos e exibem novelas pra lá da meia noite, cortando “Vidas Opostas”, e outras bizarrices.

Enquanto isso, o sucesso de Carrossel puxa a audiência para diversos outros programas no SBT. Mas na verdade o SBT está colhando os frutos de uma programação bem estruturada (ao menos mais estruturada que antes), e das boas decisões tomadas pelas filhas de Silvio Santos.

No fim das contas, continua aquela mesma ladainha de sempre, sem grandes novidades. A TV brasileira, como um todo, muda sem sair do lugar.

A Fazenda 5

Eu não me lembro de praticamente nada das “Fazendas” anteriores. Confundo quem já ficou confinado com quem, e com muito esforço me lembrei de criaturas “mornas” como Danni Carlos (quem?).

Acho que a grande diferença entre A Fazenda e o BBB é que a primeira é brega “assumida”, e não se faz de “metida a séria – alô amigos da nave mãe”.

Reality Show que junta famosos é brega por natureza. É passageiro, fútil e vazio. Entretenimento puro. Ou não. Quem gosta, assiste, quem não gosta, muda de canal.

A Fazenda 5 estreu com todos os cotados pela Flávio Ricco certinhos, sem tirar nem pôr. Tem gente famosa e gente desconhecida não tão famosa assim

Se nos anos anteriores a audiência andava meio em baixa, desta vez parece que a emissora acertou no horário e o reality veio com a missão de tirar a Record do sufoco, já que ela perdeu muito da audiência (vulgo vice liderança) para o SBT. E conseguiu: o reality estreou com média de 17 pontos, alcançando a liderança por alguns minutos… muito mais do que os 6 pontinhos que estava tendo no horário com Máscaras, a novela cheia de erros de Lauro César Muniz.

Vai ser mais um festival de baboseiras, futilidade, bundas e corpos malhados.

E brega, como pede o figurino da Record (e do Brasil-sil-sil).

Boas “tacadas”

Recentemente, algumas emissoras fizeram boas tacadas.

Foi o caso da RedeTV! que, bem durante o “imbróglio” entre Rafinha Bastos e Band e Wanessa e aquela coisa toda, contratou o humorista e começou a planejar o Saturday Night Live, que estreia dia 27.

Agora, quem dá uma boa tacada é a Band. Pelo jeito, ela vai contratar o Tom Cavalcante para mais um programa de sua linha de shows. A emissora do Morumbi tem mais uma conquista para fortalecer sua programação e chegar mais perto do terceiro lugar.

Canais de TV não jogam beisebol mas sabem dar boas tacadas de vez em quando. (piada péssima)