breves comentários.

-Outro dia eu comentei no Twitter: “A vida é uma festa para a qual não fomos convidados. A melhor maneira de viver é fazer com que queiram convidar na próxima vez”.

Tudo isso porque eu fui a uma festa sem ser convidado. Pelo menos oficialmente. Mas levei presente.

 

-Preciso ler mais.

 

-Uma revista que é desmentida TODA SEMANA devido a matérias publicadas… continua sendo vendida? Quem compra?

 

-Assisti “Prometheus”. Não escrevi no Cinem(ação) porque alguém vai escrever. Em meio aos aliens e coisa e tal, vemos que os “criadores da humanidade” queriam destruir o ser humano (OK, contei Spoiler, que se dane). Aí eu pensei: “se eu tivesse criado a humanidade, também ia querer destruir…”. Tem horas que dá vontade.

Ler-sentir

O mais importante em um livro são os sentimentos.

Acabei de ler “Cacos Para um Vitral”, de Adélia Prado. Encontrei o livro em meio a tantos outros na prateleira, puxei e simplesmente levei pra casa. (Sim, eu paguei por ele. Não sou ladrão. Mas a sequência de ações ficava mais bonita se não tievesse o verbo pagar).

Enfim. O livro é simples. Simplicidade na sua melhor concepção. Bonito, gostoso de se ler. Como pão de queijo. Afinal, Adélia Prado é mineira não só de nascimento… ela é mineira nas palavras, na doçura, na narrativa.

São esses os sentimentos que carrega o livro de Adélia Prado. Isso importa.

Livro bom, pra mim, é aquele que marca um determinado sentimento.

Eu não preciso me lembrar dos acontecimentos de “A Metamorfose” de Kafka… basta lembrar da sensação de asco, impotência e claustrofobia que tive quando li o livro. O que mais marcou em “No caminho de Swann”: a solidão. O que senti com “Grande Serão: Veredas”? O sertão e sua magia. E o que pode ser melhor que mergulhar na fantasia de Harry Potter durante longas horas e sentir que tudo é possível quando se pode ter o privilégio de sonhar?

Ler e sentir são verbos a serem conjugados juntos.