breves comentários.

-Outro dia eu comentei no Twitter: “A vida é uma festa para a qual não fomos convidados. A melhor maneira de viver é fazer com que queiram convidar na próxima vez”.

Tudo isso porque eu fui a uma festa sem ser convidado. Pelo menos oficialmente. Mas levei presente.

 

-Preciso ler mais.

 

-Uma revista que é desmentida TODA SEMANA devido a matérias publicadas… continua sendo vendida? Quem compra?

 

-Assisti “Prometheus”. Não escrevi no Cinem(ação) porque alguém vai escrever. Em meio aos aliens e coisa e tal, vemos que os “criadores da humanidade” queriam destruir o ser humano (OK, contei Spoiler, que se dane). Aí eu pensei: “se eu tivesse criado a humanidade, também ia querer destruir…”. Tem horas que dá vontade.

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Público, eleitor, massa.

Acabei de reclamar no Facebook (o novo “xingar muito no twitter”) sobre o fato de só ter filmes dublados  no cinema em Itu. Imortais e Missão Impossível 4 poderiam ter opções em legendas, mas não tem.

Entendo que quem faz isso acontecer, no fim das contas, é o público. A grande massa que vai aos cinemas e dá dinheiro aos exibidores e distribuidores prefere filmes sem legendas. Afinal de contas, é mais fácil porque não precisa ler.

E a partir daí a gente pode ficar um bom tempo falando sobre preferências, educação do povo brasileiro, além do famoso “boom da Classe C” e blablablá.

E aí eu me peguei pensando sobre o poder da massa. Foi o público “que não gosta de ler” que definiu a quantidade de filmes dublados nos cinemas. O poder, no fim das contas, está com ele.

É na massa que reside o poder. É o povo que, unido, pode fazer escolhas. Através do voto, do grito, do protesto, das palavras, da atitude.

Os “poderosos” não serão tão poderosos quando todos nós aprendermos em quem realmente reside o poder.

Vamos ao que interessa

tio Will e tia Paty

Sou a favor da mudança no Jornal Nacional. Acho que a Fátima vai se sair bem na nova função (de manhã, ao que parece), e a Patrícia Poeta pode trazer novas cores ao jornalístico mais assistido da América do Sul… (estou concluindo que é, embora nunca tenha visto dados que comprovem).

A Band pode fazer um ótimo negócio (a longo prazo!) em tirar o programa religioso exibido na faixa nobre. Mas são bem enrolados.

O cinema de Itu está exibindo somente filmes “infantis”. Tem o do vampiro, do Gato de Botas, dos Muppets e um de natal. Tudo bem que já começaram as férias escolares e eles precisam de dinheiro. Mas poderia criar uma alternativa um pouco mehor pra quem valoriza o preço do ingresso.

Li no Flávio Ricco sobre o retorno do roteirista Renê Belmonte à Record… lá ele diz que o autor não estará mais na novela Rebelde, e sim em uma nova série. Considerando que já tem uma do Marcílio Moraes em andamento, achei legal saber que há um investimento nesse tipo de produto. Vamos ver o que sai por aí (e quando!).

O telecine vai estrear a animação Enrolados, filme que foi indicado ao Oscar. É mais conhecido como o filme que o Luciano Huck cagou dublou mal.

Sabe o que eu preciso fazer? Aprender uma receita de bolo em italiano. Pra quê? Hmmm, é complicado.

Essa minissérie Brado Retumbante, da Globo, tá me cheirando muito bem. Tipo o bolo de chocolate que a minha mãe faz. Se o resultado final for compatível (com o bolo!), acho “super válido”.

Cinema sozinho e fluxo de consciência

Muita gente não vai ao cinema sozinho. Eu vou.

Se ninguém quer ou pode ver o filme comigo, vou ver o filme.

Fui, assisti, me diverti, me emocionei. Em breve, vai ter crítica no Cinem(ação). Reencontrei, depois do filme, diversas caras conhecidas. Amigos de longe, conhecidos de tempos atrás, amigos. Tudo porque a chuva me impediu de ir correndo pro carro. Acho que é o destino, ou não.

Acho interessante pensar nessas coisas do destino. Será que há destino ou será que há apenas acasos? A vida é controlada por algo maior ou somente o livre-arbítrio nos é concedido? Um pouco dos dois, quiçá.