Pra que serve o Facebook?

Foi ontem à noite. Depois de alguns drinks no bar com os amigos, resolvemos ir para a casa de um deles. Compramos aparatos para brigadeiro e ficamos na cozinha, comendo brigadeiros-e-mais-doces e conversando. Algo que deveríamos fazer mais vezes, considerando os bons momentos que isso gera.

Ficamos até umas 4 horas da manhã. Rendeu.

Durante esse tempo, conversamos sobre muita coisa. Assuntos triviais do dia-a-dia. Assuntos polêmicos (mamilos!) como a legalização de aborto de anencéfalos. Assuntos idiotas que não sou permitido a divulgar neste espaço.

Sim, nós conversamos sobre tudo. E mais um pouco.

Quando a noite fria já alcançava seu ponto máximo antes das horas que antecedem o sol, conversamos sobre a razão de existência do Facebook:

Afinal, o uso do Facebook serve pra quê? A maioria criticava o fato de que muitos usuários da rede social apenas compartilham imagens/piadas o tempo todo. Fazem “flood” de mensagens, chistes, brincadeiras. Divertem-se com jogos que exigem colaboração dos amigos. Para nós, o Facebook deveria ser para compartilhar bons pensamentos: o que você fez hoje, que pensamento surgiu na mente, qual conhecimento foi adquirido.

Em partes, eu discordo. Não acho legal compartilhar todas as informações da minha vida. Entre os motivos, está o fato de que muitos “indesejáveis” teriam acesso a minhas informações. E aí vamos a outra discussão a respeito do Facebook: afinal, eu devo adicionar só quem eu quero na minha lista de amigos, ou faz-se necessário que eu adicione meros conhecidos por questões políticas de boa “vizinhança”?

No fim das contas, cada um tem conta no Facebook se quiser. Escreve e compartilha o que quiser. É “amigo” de quem quiser. A discussão serve apenas para pensar no assunto. E mudar, caso necessário.

Amigos

Existem diversos tipos de amigos. Embora os “melhores amigos” sejam aqueles com quem podemos contar o tempo todo e vemos sempre que possível (mesmo quando as vicissitudes do cotidiano parecem conspirar contrariamente), há alguns amigos que encontramos raramente, mas são também muito importantes.

No último fim de semana, fui pra São Paulo reencontrar alguns amigos que conheci na minha temporada em Londres. Sempre agitados, eles foram responsáveis por momentos engraçados e conversas que relembraram bons momentos vividos por todos nós.

Ninguém é muito íntimo ou super próximo, mas nem por isso deixa de ser amigo.

E se for pra nos encontrarmos uma vez por ano, tá valendo.