O que você quer ser quando crescer?

Dizem que o primeiro segredo do sucesso (o que quer que seja sucesso pra você) é saber pra onde você vai. Ou seja, você precisa responder sempre àquela famosa frase: o que você quer ser quando crescer?

Fazemos sempre relação com uma grande viagem: você só consegue seguir em frente quando sabe onde realmente quer chegar.

Às vezes, eu discordo. Afinal, nem todo viajante sabe para onde vai. E entre um vagão de trem e um barco atracado no porto, descobre belas paisagens, lindas estradas e pousadas aconchegantes.

Depois de perguntarem o que queremos ser quando crescer, dizem que precisamos entender quem somos, e para isso precisamos saber de onde viemos.

Isso me confunde.

Por um lado, é importante saber onde nasci, de onde vieram os meus pais e quais são as minhas raízes. Mas o mundo também diz que “não importa  quem você é ou de onde você vem, só importa quem você quer ser e aonde você quer ir”.

Dá pra entender a confusão? Primeiro, precisamos entender nossa história, mas depois precisamos planejar o futuro.

Mas até que ponto somos obrigados a saber o que vamos ser “quando crescermos”? Preciso responder isso agora?

Pensando aqui, lembro-me de quando fiz meu mochilão. Não foi muito longo e nem por muitos países. De fato, durou 15 dias e foi somente em um único (e belo) país. No começo, fui somente com o primeiro albergue reservado. O resto viria “naturalmente”. Mas logo no começo eu percebi que precisava me planejar. Não poderia ficar quantos dias me dessem na cabeça em cada cidade, afinal é importante reservar quartos, trens e planejar com antecedência para não acabar dormindo na rua.

Acho que a vida é assim. Ninguém precisa (e nem deve) planejar a viagem toda. Pense sempre na próxima cidade em que o trem vai parar. Preocupe-se somente com o próximo cais onde o navio vai ancorar. E assim, pouco a pouco, você vai fazendo a viagem da vida, que a gente não sabe bem por quê, mas sabe que “é bonita e é bonita”.

Portanto, acho que não é preciso saber o que ser quando crescer. Se souber, ótimo, mas se não souber, apenas siga o caminho pela estrada que parece mais promissora.

E vâmo que vâmo.

Coisas que eu não aguento mais no Facebook

- Imagens de crianças cheias de ferimentos, cães atropelados ou qualquer outra coisa chocante. Não é com esse tipo de foto que vai me engajar para alguma coisa, e provavelmente quem compartilhou não é engajado em nada e só quer enxer o saco.

- Pessoas se mostrando. Tudo bem se você tem músculos, corpo sarado, vida social invejável e viagens emocionantes o ano todo. Dá pra perceber quando você está somente compartilhando algo legal ou se mostrando pra todo mundo ver o quanto você é cool. Não seja exibido(a).

- “Bom dia amiguinhos do face! Desejo a todos um ótimo dia/fim de semana/feriado/tarde/noite”. -Pare de escrever isso! Você não é a Xuxa e mesmo que fosse, isso é um SACO!

- Como os pais te vêem, os amigos te vêem, a sociedade te vê, blablablá. Isso já torrou a paciência. Não importa qual a sua profissão, evite esses quadradinhos cheios de fotos. Caiu de moda, “Hélloooooou”.

-Crianças desaparecidas. Sim, eu entendo que a intenção é das melhores. Mas 99% das crianças “desaparecidas” em e-mails, Facebook e internet em geral, são notícias falsas ou pelo menos muito antigas. Portanto, deixe que a polícia cuide disso.

Comentários breves

Ok… não aguento mais falar do Lindemberg. Mudem o disco.

Epa, peraí. Vi gente falando do caso do Celso Daniel. 2012 vai ser o ano de ressuscitar casos antigos?

Eu tinha achado meio estranho o Celso Russomano fazendo reportagens na Record… aí só hoje eu descobri que ele está no PRB, partido do Crivella. Claro, já é pré-candidato à prefeitura de São Paulo. Ah, tá explicado.

Este post é quase um tweet.

Coisas que só o Curyoso escreve pra você (aham, Cláudia…)

Luiz Eduardo Baptista, da SKY, “meteu o pau” na Fox por conta do canal Fox Sports. De acordo com a coluna da Cristina Padiglione no Estadão, o executivo criticou o preço que a Fox quer cobrar, e ainda disse que a FoxSports é  um convidado que pediu pelo convite 15 dias antes da festa.

Ok, tá explicado.

Março tá chegando e, com isso, a nova programação dos canais. Vamos ver o que vem por aí.

E eu ainda não sei o que esperar do novo programa da Fátima Bernardes. Não consigo imaginar a senhora Bonner como uma nova Ana Maria Braga…

Não é só de Fox Sports que vive a TV por assinatura. o TBS, do grupo Turner, deve chegar pelo menos na NET em Abril. O mesmo vai acontecer com o Gloob, novo canal Globosat, voltado para programação infantil.

O curioso é que qualquer canal, quando chega, garante um número que tem por lá. Mas a chegada do Gloob vai fazer a SKY e a NET mudarem diversos canais no line-up para poder colocar o Gloob em algum lugar de destaque. Provavelmente ele vai ficar grudadinho nos canais como Cartoon Network e Discovery Kids, líderes entre as crianças. Tem coisas que só a Globo consegue fazer.

No ESTADÃO de hoje: uma foto das gravações de “Máscaras” e a seguinte frase:

“O diretor Ignácio Coqueiro acerta detalhes tão pequenos de nós dois com a bela Gisele Itié e Nicola Siri, mas isso não é um cruzeiro do Roverto Carlos”

WTF?

Enfim… coisas que só a Cristina Padiglione escreve pra você.

Tem que acrescentar

Eu imagino que escrevo coisas que acrescentem algo a quem lê. Não que eu seja um gênio ou algo assim, mas eu realmente tento acrescentar algo a quem lê.

Quando se lê um texto, um livro, uma reportagem, etc, deve-se terminar com a sensação de que algo lhe foi acrescentado. Se não, não valeu a pena.

É muito subjetivo a definição do “algo” que se acrescenta. Um romance, por exemplo, pode acrescentar emoções ou sentimentos.

Acabei de ler um texto de blog que não acrescenta nada. Ele fala sobre a vida empresarial, empregos e coisas parecidas. Quando alguém diz que não sabe que carreira seguir, o escritor enrola ao máximo até chegar a uma conclusão incrível: “pense bastante”. Ora bolas: alguém que ainda não escolheu a carreira certa (seja aos 18 ou 81 anos), o que mais faz é pensar a respeito disso. No fim das contas, o texto não acrescentou nada.

Infelizmente, as livrarias estão cheias de livros de auto ajuda que não servem pra nada. Após ler um livro desse tipo (sim, já tive essa experiência), o leitor sente um vazio muito grande. É como se, por não acrescentar, o livro retirasse algo do leitor.

Não acredite em livros que te ensinam como ganhar dinheiro, como ter uma boa relação com seus familiares, ou como ser feliz. Todos esses livros repetem informações que, no fim, todos conhecem, apenas de uma maneira floreada.

Pode ser que meu blog, em alguns momentos, não acrescente nada aos leitores. Mas pelo menos eu não ganho dinheiro em cima dele (risos).

Fox, Globo e poder

A Fox tenta chegar com tudo no Brasil através da TV por assinatura. O canal já tem os direitos de exibição da Libertadores na TV paga. Mas a SKY e a NET, especialmente, não parecem muito dispostas a ter o canal em seu line-up. Alguém duvida que tem dedo da Globo no processo?
A Globo tem participação nas ações da Sky e da NET, e todos os canais Globosat chegam rapidamente ao line-up das operadoras. Quando uma operadora quer, ela consegue inserir um novo canal rapidamente, como é o caso da TVA, que terá a FOX Sports a partir do dia 15 de Fevereiro.
Não é a primeira vez que isso acontece. Aliás, a Record News até hoje só está presente nas operadoras sem vínculos Globais. Assinante da NET e da SKY só consegue ver o canal “24 horas de plantão” na parabólica.
Até que ponto o uso de tais artifícios não mancham a imagem e reputação da maior emissora de TV do Brasil? Até que ponto a justiça brasileira não pode intervir para que seja respeitada a concorrência de canais de televisão?
A proposta de investimento da FOX Sports pode ser muito benéfica ao mercado no Brasil. E com a nova lei que obriga os canais pagos a produzir programas brasileiros, a chegada de novos canais pode aquecer ainda mais a produção audiovisual no Brasil.
A Globo pode até merecer o poder que tem. Mas não deveria abusar dele.

Uma princesa

Um dia, bateu uma ideia. Surgiu, sabe-se lá de onde. Anotei e, como sempre, me esqueci. Ontem, descobri que precisava voltar a escrever. Botar os dedos pra trabalhar. E aí me lembrei da anotação, procurei e pensei. As palavras começaram a brotar e eu deixei. Saiu isso. Diferente do que eu planejei inicialmente, mas acho que ficou bonito. Se gostou, comente. Continue lendo

Lives in Game

Tá… eu sei que o título de uma novela não fica bom em inglês. E que o termo foi totalmente mal empregado. Whatever. (este foi bem empregado).

Após tanto tempo de enrolação, Cristianne Fridman está se soltando. Claro que ela não teve culpa de enrolar. Com tanto capítulo sendo obrigada a escrever, não tem autor que aguente.

De qualquer maneira, estou gostando do que vem acontecendo. O Lucas ficou revoltado, capturou o Cléber e agora vai tocar o terror, matar todo mundo. Junto com isso, todo mundo querendo saber quem matou quem. Jogo de intrigas com aquela pitada “Recó” de fazer novelas.

Ver o Cléber sendo preso, torturado e amordaçado, é sempre bom. Aquela catarse de bater no vilão faz bem ao telespectador. Me lembrei da surra que a Maria Clara deu na Laura (Celebridade, lembra?).

É mais ou menos isso.

Reta final de novela poucas vezes me empolga. Dessa vez, conseguiu. Não porque o final promete ser uma grande surpresa, mas porque promove catarse.

Vivendo, aprendendo e rindo

A Record aprendeu e cancelou o Aprendiz. Ahá! Sacou o trocadilho? Foi uma boa opção. O que não falta é ideia é pra colocar na programação… ehh, quer dizer, pelo jeito falta.

Que história é essa de processarem o Rafinha Bastos? Que país é esse em que vivemos? Não se pode mais dar risada? Não se pode mais fazer piada de nada? O pior não é um advogado da APAE entrar com processo pra tentar ganhar uma graninha, mas um juiz proibir a venda do DVD.

O brasileiro desaprendeu a rir de si mesmo. Desaprendeu a ser bacana. Está parecendo aqueles velhos ranzinzas que acham tudo ruim.

Rei Davi está indo bem. Gostei e estou acompanhando. Pelo menos essa minissérie não corre o risco de me irritar com ideias conservadoras a respeito de livros didáticos, conforme aconteceu com uma outra produção que eu parei de assistir antes do fim.

O segundo livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo (mais conhecida como Guerra dos Tronos) é excelente. Infelizmente demorei pra ler. Foram dois os motivos: falta de tempo, falta de organização do tempo e as férias de verão (desculpe, mas não vou ler um livo em Floripa, na-na-não… deixei o livro na mala até mesmo quando choveu).

Ontem eu assisti um trechinho de Amazônia. Eles estavam falando sobre a primeira semana no lugar. Aí que caiu minha ficha que o programa é semanal mas foi gravado de uma vez (claro!). Acho que aquele treco precisava de um ritmo mais acelerado.

Não gostei da Juliana Paes como a Gabriela da minissérie que a Grôbs vai fazer. Acho que a Gabriela tem que ser mais “menina safada” e menos mulherão. Eu colocaria, por exemplo, a Mariana Rios, que é mais “carne fresca” no mercado.

Oscar Filho na bancada do CQC. É isso aí, galera. Gostei.

Mudanças

Sempre é  bom mudar. Eu, que venho procurando dar um rumo na vida (se bem que acho que viver é isso, procurar rumos), saí de um emprego e amanhã começo efetivamente o novo. Sim, o trabalho efetivo começa em um sábado: porque dar aulas de inglês é ingrato por isso: as aulas se concentram à noite e aos sábados. Mas tudo bem, trabalhar aos sábados não é tão ruim quanto parece.

Aliás, tinha me esquecido como é prazeroso preparar aulas e buscar coisas novas para os alunos. Amanhã, vou conhecer os alunos e ver como vai ser o andamento do semestre.

Estou começando a valorizar mais o contato humano, a valorização das pessoas e o “olhar nos olhos”. Não que eu seja um antissocial (agora é assim que escreve, né?) que não gosta de seres humanos, mas acho que este é um quesito a ser melhorado em minha vida. E será. Nada melhor do que passar um ano e meio trabalhando na frente de um computador para valorizar as pessoas.

A vida é uma eterna mudança. Mudar faz bem. Quando mudamos, reavivamos o cérebro, aprendemos coisas novas, deparamo-nos com novos ares, e evoluímos.

Pronto para começar uma nova etapa. Feliz. E satisfeito.